Construindo trilhas e caminhos no Jalapão desde 2009

Construindo trilhas e caminhos no Jalapão desde 2009

Grupo de mulheres em um ambiente rústico com um telhado de palha e tecidos coloridos.

Sorrisos & Resistência: A expedição de mulheres pelo Cerrado Tocantinense.

Uma vivência feminina que desabrochou coragem, cura e ancestralidade


No coração quente e sábio do Jalapão, aconteceu algo que não caberia em fotos, nem caberia somente em lembranças. Foi uma jornada, não só de trilhas e rios, mas de alma. Um grupo de treze mulheres se lançou em uma jornada inspirada no livro Mulheres que Correm com os Lobos, de Clarissa Pinkola Estés, e encontrou muito mais do que paisagens bonitas. Encontraram a si mesmas.

Este relato é o registro sensível e poderoso dessa vivência entre irmãs de caminhada, onde cada passo ecoou histórias antigas e cada sorriso resistência.

“No Jalapão, entre as águas das cachoeiras, as curvas das estradas e a secura do cerrado, encontrei sorrisos que são a força daquela terra. Sorrisos que vieram das entranhas da vida vivida, da luta calada, do corpo que aprendeu a dançar com a adversidade. Mulheres com os pés firmes nas escolhas feitas para si e sua linhagem, o olhar atento aos desafios e à esperança e um riso que resiste e desbrava matas. Clarissa Pinkola Estés diria que ali mora a mulher selvagem. Aquela que, mesmo ferida, sorri. Porque reconhece que há vida que resiste em meio à dureza. Que o sorriso, antes de ser leveza, é coragem. É canto que veio do fundo da garganta depois de silêncios longos demais. É bordado de força e ternura no mesmo tecido. Aprendi que o sorriso de uma mulher que corre com os lobos não é um adorno: é instrumento de luta. É amparo e ao mesmo tempo, resistência. É magia de recomeço e continuidade. É quando ela sorri que o mundo entende que há algo dentro dela que ninguém pode tirar. Ali, todas nós, as treze mulheres em viagem, entre elas, entre ancestrais invisíveis e filhas do agora, o sorriso foi oração cantada. E elas seguem sorrindo, porque a alma ainda dança, apesar de tudo e por causa de tudo.”

Flávia Vieira – Psicóloga e Viajante

Acreditamos que viajar é mais do que deslocar o corpo, é uma forma de renascer. No Jalapão, essas mulheres dançaram com o vento, com suas sombras e luzes, e nos ensinaram que toda viagem é um retorno para dentro.

Se você também sente o chamado da mulher selvagem que mora em você, venha viver algo único.

A Cerrado Rupestre te convida a correr com os lobos, sorrir com coragem e trilhar os caminhos que te reconectam à sua essência.

Entre em contato conosco e descubra quando será a próxima vivência só para mulheres. Porque o Cerrado não é um lugar para ser visitado, é um lugar para ser vivido.